
A LUA E A FERTILIDADE
Tradicionalmente, a Lua representa o Princípio Feminino: a mulher/mãe na sua capacidade de fecundar, gestar, proteger e nutrir sua cria. Por isso a ela se atribui o domínio sobre todos os processos e forma de fertilidade e nutrição. Partos, gravidez, gestação, concepção - estão todos sob a regência da Lua. É conhecido o impacto sobre a incidência de partos na troca de Lua. A Lua Cheia é a campeã dos nascimentos. É muito difícil resistir à chegada da Lua Cheia quando as semanas de gestação já estão cumpridas ou próximas de se cumprirem.
Devido à força gravitacional que exerce sobre a Terra, a Lua actua sobre o volume, o fluxo e refluxo dos líquidos e das águas existentes sobre a Terra, nas camadas subterrâneas pressionando o interior da Terra, no interior dos vegetais e no corpo humano. As marés dos oceanos, dos rios, a seiva dos vegetais e o fluxo de sangue e de líquido no organismo sofrem a influência da Lua, na medida em que ela se movimenta em relação ao Sol.
O OUTRO LADO DA LUA
“Mudou a lua; agora o bebê vai nascer.”
Este é um dos mitos mais famosos. Acontece que, antes da criação do calendário que usamos hoje, as sociedades se orientavam pelas mudanças da lua. Em vez de dizer que são 40 semanas de gestação, o homem dizia que eram 40 luas. Cada semana correspondia a um ciclo de mudança lunar. Quando a mulher estava próximo das 40 semanas de gestação, por volta da 36ª semana, alguém dizia: ‘cuidado, amanhã tem mudança de lua e o bebê poderá nascer’. Portanto, em nada a lua influencia o parto.
